sábado, 21 de novembro de 2009

Quem sou eu?


Uma simples pessoa, ou uma pessoa qualquer - vai de você julgar-me - vivo na contra-mão do sistema fora de qualquer modismo ou comodismo, tenho como base da minha vida família, amigos e o bom e velho rock and roll que flui em minha veia.

minhas Dark Artes


Vampira das Trevas

Carniçeiro - Gabriel Goudard

Crazy Train - Jaciara



terça-feira, 29 de setembro de 2009

Outros Mares


Em São Luís nasci, cresci e aqui me enterrarei. Se algum dia houver de perecer em outros mares, que tais mares gentilmente, tragam-me de volta nesta terra que tanto amo e sepulte-me à Beira Mar lar de encantos e mistérios. Mesmo que meu nome se apague e lembrança alguma me aguarde, que o pó; centelha de quem já viveu, permanesça inerte em cada canto desta ilha.

Por: Chrystian Pestana

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Banheiro Público


Vivemos literalmente num banheiro público. Sabe aqueles banheiros de filmes de terror, aonde os atores principais chegam num posto de gasolina e pedem para usá-lo e sempre está uma lambança só? Pois é. Assim é o mundo em que vivemos a vida pública não é nada menos que um banheiro público mesmo.
Não se contentando em destruir com o Maranhão, um certo “bigodudo” está fazendo feio (sempre fez) no senado nepotismo é seu codinome. Além de dizer que é dono do Maranhão o safado também quem mandar no Brasil duvido quem nunca viu o Lula baixar a cabeça pra ele? Eles deviam pensar que sua vida é pública e que todo mundo sabe o que eles fazem é tanto escândalo que da vontade de vomitar e se escrever mais sobre esse assunto repugnante vou regurgitar no teclado do PC.


Por: Chrystian Pestana

sábado, 25 de julho de 2009

Doce Viagem


Há mais estórias a ti contar amor, de como enlouqueço diante da injustiça.
Eis minha maior indignação: de ter-te somente em minhas mais profundas quimeras.
Afogo me, salvo me por um instante, mas meu ‘eu’ insiste na viagem feliz do choro sangrento.
Tudo que anseio está em ti. Tudo. Tudo. Não há muito a se dizer perante isto.
Apenas fechemo-nos os olhos para o que está a acontecer, para um infinito desprazer.
É quando ouço o teu nome, que volto aos tempos da tenra infância, –tempos que jamais tornarei a contemplar- áureos tempos aqueles, de deliciosos pormenores a se pensar.
Da dor; do amor; de situações que me recobravam o eterno dilema do ‘ser ou não ser’.
Do teu perfume, sorriso, graça e da tua bondade e fidelidade. Ah! Como eu amara-te!
Tu não fazias idéia de quão queria me lançar em teus braços só para sentir a tua temperatura... A tua presença... O teu aconchego... Uns afagos ao chover.
Que comprazer é poder sorrir nesta vida, olhar e observar a vida em tudo.
Via isso em ti, a vida resplandecida em teus cabelos e olhar, o que me fazia demasiado bem.
Abandonei meu orgulho para sentir o mais profundo e intenso amor, paguei um alto preço.
Nunca fui do tipo do qual gosta de doar conselhos, descobri há muito: devo guardar comigo a sabedoria e deixá-la alastrar-se por entre meu ser, assim, todos a compreenderão.
Não há sentido algum em omitir as lágrimas, tampouco a poesia que orgânica está no peito.
Reluto às desventuras que afetam desesperadamente o meu intelecto, mas choro, como choro! É quando lembro- me dos teus conselhos, das tuas carícias. Que saudade!
Nunca imaginei que teria valor algum no nada, contudo há! Felizmente existe!
É nele que os nossos pensamentos se confundem ao tentar decifrá-lo. Deverás tu refletir sobre.
Na verdade apenas queria dizer-lhe que a amo bem mais que a imensa vontade de viver.
Dizer-lhes que não importa o quanto tente suscitar emoção em seus corações, nunca conseguirei tocá-los como que por completo.
Viver, viver, viver, verbo que traz a mim tudo aquilo que um dia eu desprezara.
As lembranças diversas de mim e ti estarão para sempre sacramentadas dentro de minha alma, esta confusa e apartada de todo e qualquer lugar no cosmos.
Voaremos juntos livremente pelo céu, como num sonho, cortando as nuvens num gozo esplêndido. Acima das civilizações, e de suas buscas vigentes por ciência e sabedoria.
Daí conosco ao céu azul, observaremos a noite surgir no dantes horizonte pincelado de beleza. E choraremos, sem saber o motivo de lágrimas em os nossos alegres olhos.
Agora chega a hora de me despedir de ti, e esperar para que numa noite dessas
Tu retornes a habitar em meus sonhos, e torne-os mais humanos, cheios de moral
E cheios da virtude que é fazer o melhor possível para viver num infindo amor sincero.


Por: Tonny Araújo

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sexta-feira, 17 de julho de 2009

A eterna mão que escreve nossa história.

Quando sento na frente do computador eu crio meu próprio mundo, um mundo totalmente diferente onde eu possa regê-lo sem proibições sem regras (apenas as que imponho) onde tenho total liberdade de dizer o que minhas criações podem fazer ou não. Pensando bem será que existe algum mundo por ai sem um Deus? Céticos acreditam que não há Deus algum, mas os próprios livros são a resposta desta pergunta.
Como poderia Haver um índio chamado Peri sem um José de Alencar para determinar suas ações, ou vários casos resolvidos por Sherlock Holmes sem Sir Arthur Conan Doile? Nós escritores, portanto somos os deuses de nossa criação, isto é sem subjugar a autoridade máxima da mão eterna que escrevi a nossa história.

Por: Chrystian Pestana

Meu ponto de vista sobre o Pão e Circo.


Vou fazer um breve comentário sobre o meu ponto de vista do pão e circo (Panem et Circences). Irei citar apenas eventos que ocorrem na ilha de são Luis para assim melhor ser entendido meu raciocínio. No poste anterior está a explicação do nome e do significado do assunto.
Por que não falar do Brasil em todo? Bem porque o que escreverei caro leitor seja lá de onde você for com muita certeza irá entender. O nosso Governo adora encher a barriga do povo com muita festa, muitos feriados e ai de quem reclamar. O ano já começa com o carnaval (nada contra, pois também brinco) que para alegria do povo o Governo enfeita as ruas e os lugares onde acontecem, mas quando termina volta tudo a verdadeira realidade, os buracos das ruas aparecem, as latrinas voltam ao seu odor natural e o povo volta a sentir fome. Logo após este período tão brilhante vêm as comemorações Juninas (a época que mais gosto do ano pela diversidade cultural e musical) que de tão bela se estende até o final de julho. Isso sem falar dos shows que ocorrem em toda a ilha e do famosíssimo Marafolia, uma obra-prima da natureza, já vi gente deixar de comer pra comprar o tão precioso abadá. Mas fazer o que? O povo quer diversão e não mudança, pagar caro por um show em vez de fazer um curso, acho isso revoltante, preferem se vender ao invés de reivindicar algo que possa melhorar sua condição futura. O pão e circo estão em todas, não escapamos dele nem nas eleições, quando os políticos prometem e prometem fazer algo de bom para nós, mas o que acabam fazendo é nos dar mais pão e circo e o povo continua aplaudindo de barriga vazia e sorrindo com dentes furados!

Por: Chrystian Pestana